Quer achar o quê?

segunda-feira, 1 de março de 2010

Significado, relação e valor de mercado

Até os anos 50, empresas como Shell, trabalhavam com
previsões d
e mercados futuros, para poder atuar em cima de oportunidades. Além disso, as marcas se construíam a partir das diferenças físicas dos produtos e a demanda por eles era maior que a sua oferta. Hoje em dia, esta maneira de se trabalhar já não é mais possível. Fatores, como o avanço da tecnologia, possibilitaram a imitação e reprodução de produtos. As previsões foram extremamente abaladas por uma única e maior variável, a incerteza.

A incerteza de mercado, faz com que as empresas sejam incapazes de prever o que se pode acontecer daqui a alguns dias, consequência da mudança radical de pensamento da sociedade e da facilidade de informação. Já não é mais possível traçar um caminho concreto de uma marca, sendo que existem acontecimentos macroambientais que podem acontecer a q ualquer momento e destruir todo um planejamento desenhado em cima de um cenário possível.

Dos anos 50 em diante, nasceu uma nova maneira de se pensar, trabalhar e utilizar as marcas. Uma nova cultura organizacional, individual, em que cada empresa presa e luta para que a sua seja reconhecida e crie uma relação com as pessoas. As empresas adotaram métodos de diferenciação de sua identidade, como se fossem pessoas e princípios, cada uma com sua Missão, Visão e Valores.

Esses “princípios”, juntamente com a forma de se comportar, comunicar e agir da empresa formam o significado da marca, o que a empresa quer ser, vem de dentro para fora. Uma relação direta com o valor, que ao contrário do significado, vem de fora para dentro, uma vez que este é atribuído diretamente por um terceiro, no caso, o júri da marca, o consumidor.

As relações são das mais diferentes, das mais próximas às mais distantes, relações de amor e relações de ódio. O comportamento da marca deve ir de encontro ao que o seu consumidor espera e aceita. Por exemplo, nos dias de hoje, a sustentabilidade está entre os requisitos mais aceitos na sociedade, ou seja, para que uma empresa chegue mais perto de seu consumidor, uma boa estratégia é se engajar em projetos sustentáveis ou até patrocinar campanhas que levantem esta bandeira.

É assim que hoje as empresas trabalham, não mais fazendo o branding da marca e sim no branding para a marca. A preocupação passou de encher prateleiras de mercados com novos produtos, para a criação de significados para cada um, fazendo um trabalho mais profundo em cima da marca, sempre com o objetivo de se relacionar de forma satisfatória com seus consumidores.



Grupo: Ana Carolina Ayub, David Kang, Luiza Rocha, Nathalia Coelho, Rafael Cescon e Vívian Gomes (CSOS6D)

Nenhum comentário:

Postar um comentário