Quer achar o quê?

domingo, 4 de abril de 2010

Liga seu Bluetooth, vai que tem algo bom pra você.

Há 30 anos, fazer propaganda era uma algo, digamos, mais simples. Uma campanha de sucesso era muitas vezes resultado de uma idéia razoável e muita veiculação (entenda muita pelos melhores veículos e os melhores horários).

Hoje, podemos afirmar sem dúvida que duas invecções fizeram nosso modo de ver as coisas mudarem e bastante. O celular e a internet foram, de fato, as coisas que transformaram por completo o modelo de fazer propaganda. Quando conseguimos unir os dois as coisas vão mais longe.

O celular virou uma plataforma com uma capacidade de segmentação e efetividade absurda. Através de alguns aspectos técnicos, relacionados, principalmente ao SIM CARD, pode-se localizar o usuário e fazer uma comunicação que seja efetiva naquele momento. Falamos nesse aspecto da identificação geográfica. Podemos comunicar um serviço, um produto em função de onde o prospect está (Near Field Comunication). Usamos, assim, o celular como uma mídia que, se bem tratada, atinge o publico mais com muito mais foco.

Vale ressaltar que o celular, assim como a internet, não são substitutos da mídia convencional. Ambos devem ser usados como complemento as campanhas, uma ferramenta de altíssima penetração que permite ir alem do convencional de forma one-to-one, interativa, inovadora e efetiva.

Ações de móbile estão ligadas a permissão dos usuários. Se o usuário permitir, e possível criar uma relação com ele usando as tecnologias permitidas. Caso contrário, o cliente tem total direito de recusar qualquer ativação realizada através do celular.

Este cenário interessante se dá pelo fato de o Brasil ser uma aposta das empresas de telecomunicações e ser um país onde a penetração do celular é bem alta, gira em torno dos 90% segundo Cristiane Higashi, da Gemalto. Mesmo tendo muitos usuários nos planos pré- pagos, a tendência é, em função do barateamento dos smartphones, as pessoas usarem cada vez mais os recursos que o móbile oferece.

Existem diversos modelos de interatividade com o consumidor, através de SMS, Bluetooth, concursos culturais do tipo text-to-win, WAP, QR Code. Todas estas tecnologias devem ser bem estudadas antes do inicio de qualquer ação.

O mais importante das ações com móbile é que o conteúdo distribuído tem de ser atrativo para o usuário, tem de ser útil. O usuário tem que se sentir beneficiado com aquilo para que a comunicação seja percebida de forma positiva.


iPhone. Um dos agentes mais lembrados quando se fala em mobile.

Exemplo de uso de QR Code.


Advergame de minicooper

O vídeo-case do app
Aplicativo para iPhone do Bradesco. Através de Realidade Aumentada ele te indicava onde encontrar serviços Bradesco.



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